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| Redação |
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Fonte: Agência EFE (acessado pelo www.ig.com.br/ultimosegundo - 19/10/04) Os cientistas, que pertencem à Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL) e do hospital universitário de Vaud, disseram que a invenção abre novas perspectivas para os transplantes ósseos, informou o Fundo Nacional da Pesquisa Científica (FNIC) suíço em uma nota à imprensa. O chamado "material ósseo sintético biorreabsorvível" foi desenvolvido após três anos de pesquisas e centenas de experimentos. Os cientistas explicaram que o aspecto inovador da criação é que o material ósseo sintético em questão é assimilado pelo organismo humano, já que, uma vez realizado o implante, ele é invadido pelas células ósseas do paciente, que pouco a pouco vão tomando o lugar do osso artificial até reabsorvê-lo totalmente. Os pesquisadores acham que o material poderia ser utilizado com fins terapêuticos nos casos de quebra de ossos, nas extirpações de tumores que afetam o osso, na correção de pernas ou para substituir próteses de quadril. A gengivite pode não parecer, mais é uma doença grave (*) Ano 2.004- Edição 4/ Semana 04 de outubro a 05 de outubro. Fonte: jornalismo.blig.com.Br - acesso em 17/10/04. A periodontia é uma das especialidades encontradas na nova área da odontologia criada pelos dentistas. Para muitos leigos, que não sabem o que é periodontia , trata- se de uma inflamação na gengiva, um conjunto de tecidos presentes ao redor de nossos dentes, sendo ele mesmo responsável pela sua fixação. A gengiva que protege e dá sustentação aos nossos dentes, assim sendo o osso e ligamentos que ligam a raiz do dente ao osso. A
placa bacteriana se forma diariamente por restos de alimentos e bactérias
A nossa gengiva fica avermelhada e sangra logo após a escovação e do uso de fio dental, é por conseqüência o paciente não removendo corretamente a placa bacteriana depositada na saliva, faz com que a placa calcifique e venha a se criar o tártaro. O tártaro adquirido entre a gengiva e o dente, só poderá ser removido através de uma raspagem feito por um especialista em periodontia. Não adiantará nada se o paciente tentar remover o tártaro com escovação ou como de costume. A melhor prevenção para combater a gengivite é visitar um periodontista a cada seis meses, como é recomendado por eles mesmos, passando o fio dental após as refeição e escovando os dentes pelo menos a cada cinco vezes ao dia com uma escova macia que deve ser trocada a cada 3 meses. Mas se o tratamento não foi feito assim que descoberto, o problema poderá se agravar, fazendo com que o paciente perca os seus dentes, podendo até mesmo causar um câncer de boca. Pfizer promete testar segurança do Celebra, da família do Vioxx (***) Acessado por www.msn.com.br Fonte: Agência Reuters Por Toni Clarke e Randsell PiersonNOVA YORK (Reuters) O laboratório Pfizer anunciou que vai realizar novos testes para descobrir se o medicamento Celebrex (comercializado no Brasil como Celebra) eleva o risco de problemas cardíacos, como se descobriu recentemente no caso do antiinflamatório Vioxx, da Merck. O Celebrex e o Vioxx são da mesma família, usada especialmente contra artrite. O Vioxx foi retirado do mercado mundial em setembro por causa de estudos que mostraram que ele duplicava o risco de enfartes e derrames em usuários crônicos. O estudo da Pfizer vai envolver mais de 4.000 pacientes que tiveram enfartes recentes e que também têm histórico de osteoartrite. O resultado pode garantir a sobrevivência do Celebrex, um sucesso da indústria farmacêutica, com faturamento de 1,9 bilhão de dólares em 2003. Mas, se houver conclusões negativas, pode ser o fim da carreira desse remédio e também do Bextra, uma nova droga da Pfizer, que também é da família do Vioxx. A Pfizer diz acreditar que o Celebrex não representa risco ao coração, com base em múltiplos estudos anteriores, feitos durante vários anos. O laboratório diz, aliás, que testes limitados mostraram que o antiinflamatório pode mesmo proteger contra certas cardiopatias. Os exames, marcados para o começo de 2005, vão comparar o Celebrex a um placebo, embora todos os pacientes sejam autorizados a tomar analgésicos. "Não esperamos que o grupo do placebo não receba nenhum tratamento", afirmou Mitch Gandelman, executivo da área de pesquisas do laboratório. "É possível que eles tomem Tylenol ou outro antiinflamatório não-esteróide." O estudo vai levar pelo menos dois anos. O Vioxx foi retirado do mercado por causa de estudos que demonstravam que ele fazia mal apenas após 18 meses de uso consecutivo. O fato causou preocupações sobre todos os medicamentos da classe chamada inibidores COX-2. Embora o Celebrex esteja no mercado desde 1999 e o Bextra tenha aparecido em 2001, a Pfizer nunca completou os estudos de longo prazo sobre sua segurança em relação a placebos. O laboratório disse que esses medicamentos foram aprovados nos EUA em parte com base em exames que usavam placebos, mas que duraram cerca de três meses. Na Europa, os testes com o Bextra em comparação aos placebos duraram seis meses. O laboratório não quis especular sobre a possibilidade de prolongar os testes por mais de dois anos. Após a notícia dos testes, as ações da Pfizer se valorizaram 1,75 por cento, chegando a 29 dólares, na Bolsa de Nova York. O laboratório disse que vai discutir os métodos do estudo com o FDA (órgão dos EUA que regulamenta os medicamentos) e com outras agências. Dentes de leite podem ser fonte de células-tronco (**) Domingo, 4 de abril de 2004, 17h10 - Fonte Agência Reuters (acessado em 11 de stembro de 2004 pelo www.terra.com.br) Os dentes de leite que as crianças escondem debaixo do travesseiro com a esperança de ganhar um algo em troca, podem ser utilizados, no futuro, para extrair células-tronco, disseram cientistas australianos hoje. Os dentes das crianças foram identificados como uma valiosa fonte de células-tronco, mais fáceis de obter do que as controversas células embrionárias, disseram investigadores do Instituto Hanson no Hospital Real de Adelaide. "As células-tronco em tecidos adultos são difíceis de ser obtidas ou são encontradas em quantidade muito pequenas", disse o diretor do instituto, Howard Morris. "A polpa dos dentes é uma fonte muito boa de células-tronco e fácil de serem retiradas. Você perde uma boca inteira delas quando é criança", disse Morris à Associação de Imprensa Australiana. As células-tronco têm a capacidade de se transformar em qualquer célula ou tecido e os investigadores acreditam que têm potencial para revolucionar a medicina. A investigação com dentes de leite acaba de começar, mas os cientistas do hospital Adelaide esperam que as células possam ser usadas para tratar doenças como o mal de Parkinson ou problemas nos rins e no coração, evitando transplante. "Estamos no ponto em que identificamos essas células em tubos de ensaio", disse Morris. |