Periodontia na Mídia

Diretor do jornal: Dr. Rodrigo G. B. de Moraes - operiodonto@sobrape.org.br

Jornalista responsável: Edson Rontani Jr. - (MTB 22.694) - erj@merconet.com.br

Editor do WebSite: sobrape@sobrape.org.br

Edição Jul/Set-2004
Redação
   

O Periodonto segue informando aos nossos leitores sobre as notícias que chegam como informação aos nossos colegas e pacientes, atestando a "realidade" da nossa atividade profissional. Este espaço tem por objetivo destacar como a periodontologia e as suas áreas de relacionamento são apresentadas ao público em geral. Para o bem geral das ciências da saúde, não podemos negligenciar o  poder da mídia e do marketing como auxiliares para a melhor qualificação das nossas ações. Uma mídia que informa  corretamente pode auxiliar a todos (pacientes e profissionais)  na obtenção de melhores caminhos para a promoção de saúde.Como forma de criar um incentivo para que os meios de imprensa produzam matérias qualificadas sobre a saúde bucal e a periodontia, a equipe editorial do jornal irá exaltar os informes levantados junto aos veículos de comunicação , afim de evidenciar verdades (e não mitos ou impropérios) sobre a nossa atividade profissional em saúde.

Qualidade O Periodonto (QOP)
.* * * * * (ótimo)
Qualidade O Periodonto (QOP)
.* * * * (muito bom)
Qualidade O Periodonto (QOP)
.* * * (bom)
Qualidade O Periodonto (QOP)
.* * (regular)
Qualidade O Periodonto (QOP)
.* (péssimo)
 
Pesquisadores Suiços desenvolvem osso sintético (**)

Fonte: Agência EFE (acessado pelo www.ig.com.br/ultimosegundo - 19/10/04)

Os cientistas, que pertencem à Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL) e do hospital universitário de Vaud, disseram que a invenção abre novas perspectivas para os transplantes ósseos, informou o Fundo Nacional da Pesquisa Científica (FNIC) suíço em uma nota à imprensa. O chamado "material ósseo sintético biorreabsorvível" foi desenvolvido após três anos de pesquisas e centenas de experimentos.

Os cientistas explicaram que o aspecto inovador da criação é que o material ósseo sintético em questão é assimilado pelo organismo humano, já que, uma vez realizado o implante, ele é invadido pelas células ósseas do paciente, que pouco a pouco vão tomando o lugar do osso artificial até reabsorvê-lo totalmente.

Os pesquisadores acham que o material poderia ser utilizado com fins terapêuticos nos casos de quebra de ossos, nas extirpações de tumores que afetam o osso, na correção de pernas ou para substituir próteses de quadril.



A gengivite pode não parecer, mais é uma doença grave (*)

Ano 2.004- Edição 4/ Semana 04 de outubro a 05 de outubro. Fonte: jornalismo.blig.com.Br - acesso em 17/10/04.

A periodontia é uma das especialidades encontradas na nova área da odontologia criada pelos dentistas. Para muitos leigos, que não sabem o que é periodontia , trata- se de uma inflamação na gengiva, um conjunto de tecidos presentes ao redor de nossos dentes, sendo ele mesmo responsável pela sua fixação. A gengiva que protege e dá sustentação aos nossos dentes, assim sendo o osso e ligamentos que ligam a raiz do dente ao osso.

A placa bacteriana se forma diariamente por restos de alimentos e bactérias
que consumidos durante a nossa rotina, presentes em nossa boca. Em seguida sendo removida obrigatoriamente com o uso de fio dental e escovação após as refeições. A higiene é fundamental para combater a placa bacteriana que se deposita entre a nossa gengiva e o nosso dente, assim causando a gengivite.

A nossa gengiva fica avermelhada e sangra logo após a escovação e do uso de fio dental, é por conseqüência o paciente não removendo corretamente a placa bacteriana depositada na saliva, faz com que a placa calcifique e venha a se criar o tártaro.

O tártaro adquirido entre a gengiva e o dente, só poderá ser removido através de uma raspagem feito por um especialista em periodontia. Não adiantará nada se o paciente tentar remover o tártaro com escovação ou como de costume.

A melhor prevenção para combater a gengivite é visitar um periodontista a cada seis meses, como é recomendado por eles mesmos, passando o fio dental após as refeição e escovando os dentes pelo menos a cada cinco vezes ao dia com uma escova macia que deve ser trocada a cada 3 meses.

Mas se o tratamento não foi feito assim que descoberto, o problema poderá se agravar, fazendo com que o paciente perca os seus dentes, podendo até mesmo causar um câncer de boca.



Pfizer promete testar segurança do Celebra, da família do Vioxx   (***)

Acessado por www.msn.com.br Fonte: Agência  Reuters

Por Toni Clarke e Randsell PiersonNOVA YORK (Reuters)

O laboratório Pfizer anunciou que vai realizar novos testes para descobrir se o medicamento Celebrex (comercializado no Brasil como Celebra) eleva o risco de problemas cardíacos, como se descobriu recentemente no caso do antiinflamatório Vioxx, da Merck.

O Celebrex e o Vioxx são da mesma família, usada especialmente contra artrite. O Vioxx foi retirado do mercado mundial em setembro por causa de estudos que mostraram que ele duplicava o risco de enfartes e derrames em usuários crônicos.

O estudo da Pfizer vai envolver mais de 4.000 pacientes que tiveram enfartes recentes e que também têm histórico de osteoartrite.

O resultado pode garantir a sobrevivência do Celebrex, um sucesso da indústria farmacêutica, com faturamento de 1,9 bilhão de dólares em 2003.

Mas, se houver conclusões negativas, pode ser o fim da carreira desse remédio e também do Bextra, uma nova droga da Pfizer, que também é da família do Vioxx.

A Pfizer diz acreditar que o Celebrex não representa risco ao coração, com base em múltiplos estudos anteriores, feitos durante vários anos.

O laboratório diz, aliás, que testes limitados mostraram que o antiinflamatório pode mesmo proteger contra certas cardiopatias.

Os exames, marcados para o começo de 2005, vão comparar o Celebrex a um placebo, embora todos os pacientes sejam autorizados a tomar analgésicos.

"Não esperamos que o grupo do placebo não receba nenhum tratamento", afirmou Mitch Gandelman, executivo da área de pesquisas do laboratório.

"É possível que eles tomem Tylenol ou outro antiinflamatório não-esteróide." O estudo vai levar pelo menos dois anos. O Vioxx foi retirado do mercado por causa de estudos que demonstravam que ele fazia mal apenas após 18 meses de uso consecutivo.

O fato causou preocupações sobre todos os medicamentos da classe chamada inibidores COX-2. Embora o Celebrex esteja no mercado desde 1999 e o Bextra tenha aparecido em 2001, a Pfizer nunca completou os estudos de longo prazo sobre sua segurança em relação a placebos.

O laboratório disse que esses medicamentos foram aprovados nos EUA em parte com base em exames que usavam placebos, mas que duraram cerca de três meses. Na Europa, os testes com o Bextra em comparação aos placebos duraram seis meses.

O laboratório não quis especular sobre a possibilidade de prolongar os testes por mais de dois anos. Após a notícia dos testes, as ações da Pfizer se valorizaram 1,75 por cento, chegando a 29 dólares, na Bolsa de Nova York.

O laboratório disse que vai discutir os métodos do estudo com o FDA (órgão dos EUA que regulamenta os medicamentos) e com outras agências.



Dentes de leite podem ser fonte de células-tronco  (**)

Domingo, 4 de abril de 2004, 17h10 - Fonte Agência Reuters (acessado em 11 de stembro de 2004 pelo www.terra.com.br)

Os dentes de leite que as crianças escondem debaixo do travesseiro com a esperança de ganhar um algo em troca, podem ser utilizados, no futuro, para extrair células-tronco, disseram cientistas australianos hoje.

Os dentes das crianças foram identificados como uma valiosa fonte de células-tronco, mais fáceis de obter do que as controversas células embrionárias, disseram investigadores do Instituto Hanson no Hospital Real de Adelaide.

"As células-tronco em tecidos adultos são difíceis de ser obtidas ou são encontradas em quantidade muito pequenas", disse o diretor do instituto, Howard Morris.

"A polpa dos dentes é uma fonte muito boa de células-tronco e fácil de serem retiradas. Você perde uma boca inteira delas quando é criança", disse Morris à Associação de Imprensa Australiana.

As células-tronco têm a capacidade de se transformar em qualquer célula ou tecido e os investigadores acreditam que têm potencial para revolucionar a medicina.

A investigação com dentes de leite acaba de começar, mas os cientistas do hospital Adelaide esperam que as células possam ser usadas para tratar doenças como o mal de Parkinson ou problemas nos rins e no coração, evitando transplante.

"Estamos no ponto em que identificamos essas células em tubos de ensaio", disse Morris.