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| Por Rodrigo G. Bueno de Moraes |
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Resposta: Primeiramente, cabe salientar que a prática educacional (ON LINE) vem ganhando corpo não apenas em odontologia, mas em inúmeros outros setores da educação - incluindo a educação em saúde. Sistemas como os de vídeo conferência, inclusive, possibilitam a participação conjunta de equipes multidisciplinares para a prática de diagnóstico e a elaboração de planos de tratamento adequados a situação avaliada em um paciente ou de uma celeuma de casos clínicos. Em nosso entendimento a odontologia não poderia seguir por caminho diferente. Por outro lado não podemos apostar que tal prática educacional seja suficiente para substituir o contato mais intimista entre o professor e o aluno, principalmente no tocante ao desempenho prático clínico de imediata avaliação; como por exemplo a qualidade de uma raspagem ou o desenrolar de um procedimento cirúrgico. Assim entendemos que a validade desses cursos existe mas que os objetivos e o perfil daqueles que os procuram sejam mais generalistas do que o daqueles que optam por cursos "in loco" aonde prevalece o conteúdo teórico-prático. Essa é uma das razões de serem nominados, taaão somente, como de reciclagem profissional e não como cursos de especialização, por exemplo. A SOBRAPE apenas cedeu e continuará cedendo, como inúmeras entidades do Brasil e de todo o Mundo, espaço em seu site para tudo aquilo que apresente-se como honesto e correto em seus princípios, e que, obviamente, lhe forneça sibsídios suficientes para serem dignas de serem ofertadas a seus associados e interessados. Cabe lembrar também que essas entidades tem a maior parcela de responsabilidade sobre o material ofertado. Gratíssimos pelo interesse do nobre colega, nos colocamos a disposição.
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